CONHECIMENTO E HABILIDADES PARA REMOÇÃO DE CORPO ESTRANHO EXTRAOCULAR: UM ESTUDO COM MÉDICOS, ESTUDANTES DE MEDICINA E OFTALMOLOGISTAS.

Objetivo: Identificar o conhecimento e as habilidades de médicos plantonistas generalistas, internos de medicina e percepção dos oftalmologistas sobre a formação acadêmica para a retirada de corpo estranho extraocular.

Métodos: Estudo transversal descritivo de abordagem qualiquantitativa. Foram incluídos médicos plantonistas do Setor de Emergência de um hospital universitário e uma unidade de pronto atendimento.

Resultados: O total de participantes foi de 87, sendo 18 médicos plantonistas generalistas, 59 estudantes de medicina e 10 oftalmologistas. Foram utilizados três distintos questionários. Consideraram bom o conhecimento adquirido sobre retirada de corpo estranho extraocular 11,11% dos médicos plantonistas e 3,39% dos estudantes.
A maioria dos plantonistas (58,82%) e dos estudantes (76,27%) não se considerava apta para o procedimento.
Entre os oftalmologistas, 90% consideraram que a retirada de corpo estranho não deve ser realizada por não oftalmologistas.

Conclusão: Conclui-se pela necessidade do desenvolvimento de estratégias de ensino-aprendizagem que possam minimizar as deficiências de conhecimento e as habilidades dos médicos plantonistas e acadêmicos de medicina para a retirada de corpo estranho extraocular em razão da relativa frequência dessa ocorrência em serviços gerais de pronto atendimento.

CONFIRA O ARTIGO NA ÍNTEGRA:
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PREVALÊNCIA E DESCONHECIMENTO DA DISCROMATOPSIA ENTRE ESTUDANTES DE QUATRO CURSOS UNIVERSITÁRIOS.

Objetivo: Identificar a prevalência de discromatopsia entre estudantes dos cursos de engenharia, medicina, odontologia e pedagogia de uma universidade comunitária.

Métodos: Pesquisa com abordagem quantitativa e testes exploratórios que foram conduzidos utilizando o teste de Ishihara e complementado pelo teste Farnsworth D-15.

Resultados: A amostra do estudo foi composta de 660 participantes (414 mulheres; p = 0,001). Do total da coorte, oito (1,21%) apresentaram anormalidades na visão de cores no teste Ishihara ou Farnsworth D-15; considerando apenas a população masculina, a prevalência de discromatopsia atingiu 3,25%, sendo que seis (75%) desconheciam sua deficiência. Deuteranopia foi a deficiência mais comum (5;75%).

Conclusão: A discromatopsia foi observada apenas em homens e a maioria desconhecia sua deficiência. Isso sugere a necessidade de se adotarem testes diagnósticos no início dos cursos para melhor orientação sobre a escolha de uma especialidade.

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Com base na ciência, tornar claras as dúvidas da medicina.

Mais duas publicações científicas em revista nacional especializada!
Tornar claras as dúvidas da medicina, com base na ciência, é o foco de quem publica artigo científico!
Parabéns a todos os envolvidos, em especial a @elcioluizbonamigo @renanbaggio_ @luisatrucolo_

CONFIRA OS ARTIGOS NA ÍNTEGRA:
1 – PREVALÊNCIA E DESCONHECIMENTO DA DISCROMATOPSIA ENTRE ESTUDANTES DE QUATRO CURSOS UNIVERSITÁRIOS.
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2 – CONHECIMENTO E HABILIDADES PARA REMOÇÃO DE CORPO ESTRANHO EXTRAOCULAR: UM ESTUDO COM MÉDICOS, ESTUDANTES DE MEDICINA E OFTALMOLOGISTAS.
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